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15/07/2010 | Entidades reagem à recomendação da Advocacia-Geral da União sobre a Resolução n° 24 da Anvisa
Entidades e organizações não-governamentais ligadas à defesa do consumidor e à alimentação elaboraram uma carta em protesto à recomendação da Advocacia-Geral da União (AGU) que pede a suspensão da Resolução nº 24, de junho de 2010. A Resolução, feita pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), regulamenta a publicidade de alimentos com alto teor de açúcar, gorduras e sódio e de bebidas com baixo teor nutricional. O texto foi enviado aos dois órgãos do governo.
A carta, assinada pelo Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), pela ASBRAN (Associação Brasileira de Nutrição), pelo FBSSAN (Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional), pelo Conselho Federal de Nutricionistas e pelo OPSAN (Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília), refuta a argumentação da AGU de que a Anvisa teria ultrapassado sua competência legal para editar a Resolução.
O documento preparado pelas entidades afirma que a Anvisa tem como missão "proteger e promover a saúde da população, garantindo a segurança sanitária de produtos e serviços e participando da construção de seu acesso", sendo sua maior finalidade promover o bem-estar social no país. Sua atribuição para criar regulamentos, controlar e fiscalizar a publicidade de produtos sob o regime da vigilância sanitária é decorrente da Lei nº 9.782/99, que define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, norma em consonância com os dispositivos constitucionais e normas infraconstitucionais que tratam dos direitos do consumidor, da criança e do adolescente e do sistema nacional de segurança alimentar e nutricional.
A carta ainda ressalta que, como dispõe o artigo 6º, III, do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), o direito à informação é um dos direitos básicos do consumidor. E regulamentações como a RDC 24/2010, que visam efetivar tal direito nos diversos setores, assim como clarificar sua aplicação, devem ser consideradas positivas.
Sugestão de fonte: Isabella Henriques, coordenadora geral do Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana.
Assessoria de imprensa:
2PRÓ Comunicação
Myrian Vallone – myrian.vallone@2pro.com.br
Júlia Magalhães – julia.magalhaes@2pro.com.br
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26/05/2010 | Projeto Criança e Consumo e ANDI oferecem bolsas de estudo para diversas áreas de conhecimento
O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, e a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI) promovem o 4º Concurso de Bolsas para Trabalhos de Conclusão de Curso, por meio do Programa InFormação. As inscrições já estão abertas e vão até 20 de julho. O edital completo está no site www.informação.andi.org.br.
Serão oferecidas sete bolsas no valor de R$ 350,00 mensais, durante seis meses, para estudantes de todo o Brasil. O concurso contempla diversas áreas de conhecimento, tais como Direito, Comunicação, Pedagogia, Psicologia, entre outras que tenham interface com o tema "Criança, Consumo e Mídia" (3 bolsas) ou com os subtemas "Desafios para a Aurorregulamentação da Publicidade" (2 bolsas) e " A relação entre a publicidade e a expansão do consumo das classes C e D no Brasil" (2 bolsas).
O programa de bolsas já beneficiou mais de 30 trabalhos de diversas regiões do Brasil. Dez bolsistas selecionados no concurso em 2007 tiveram seus artigos publicados no livro "Infância & Consumo: Estudos no Campo da Comunicação", editado pela ANDI e pelo Instituto Alana e lançado durante o 12º Encontro Nacional do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), em 17 de abril do ano passado, em Belo Horizonte.
Sobre o Projeto Criança e Consumo
O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, desenvolve atividades que despertam a consciência crítica da sociedade brasileira a respeito das práticas de consumo de produtos e serviços por crianças e adolescentes. Debater e apontar meios que minimizam os impactos negativos causados pelos investimentos maciços na mercantilização da infância e da juventude faz parte do conjunto de ações pioneiras do Projeto que busca, como uma de suas metas, a proibição legal e expressa de toda e qualquer comunicação mercadológica dirigida à criança no Brasil. Mais informações no site: www.criancaeconsumo.org.br.
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25/05/2010 | Projeto Criança e Consumo participa do 9º Fórum da Academia Brasileira de Pediatria
Nos dias 21 e 22 de maio acontece o 9º Fórum da Academia Brasileira de Pediatria, em Belo Horizonte. O tema do evento será "As Transformações da Família e da Sociedade e seu Impacto na Infância e Juventude".
No Fórum, o Projeto Criança e Consumo será representado pela coordenadora de Educação e Pesquisa, Lais Fontenelle. Com palestra intitulada "Mercantilização da infância: impactos e conseqüências", ela vai participar da mesa de discussão "A criança e o consumo: A alma do negócio", ao lado de Solange Jobim, doutora em Psicologia e conselheira do Projeto Criança e Consumo, Fausto Pacheco e José Sabino de Oliveira, ambos pediatras.
"É muito importante que profissionais da área de saúde mostrem interesse em discutir temas como o do consumismo infantil. Cada vez mais a sociedade desperta para a relação entre o bombardeio incessante da comunicação mercadológica dirigida a crianças e questões de saúde, como a obesidade", diz Lais. A psicóloga alerta que a causa desse problema é multifatorial, mas que já existem estudos comprovando a forte influência da publicidade no consumo de alimentos não saudáveis.
Os Fóruns da Academia Brasileira de Pediatria (ABP) são itinerantes, realizados cada ano em uma cidade e de acordo com as necessidades e o interesse local de debate. "Temos procurado ampliar as discussões, levando-as cada vez a uma parcela maior da população", assinala Júlio Dickstein, presidente do evento.
Nesta edição, a ABP vai homenagear Zilda Arns, pediatra fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. O evento terá temas como "Ciber-violência, televisão, internet, celular e jogos eletrônicos"; "Nossos Filhos – um patrimônio fundamental: Programa Viva Vida"; e "Cuidado, afeto e limites – uma combinação possível".
Serviço
9° Congresso da Academia Brasileira de Pediatria
Data: 21 e 22 de maio
Horário: 9h às 17h
Local: Hotel Mercury – Av. Contorno, 7315 - Santo Antonio, Belo Horizonte.
Mais informações pelo telefone: (31) 3298-4100
Sugestão de fonte: Lais Fontenelle – coordenadora de Educação do Projeto Criança e Consumo, Instituto Alana.
Sobre o Projeto Criança e Consumo
O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, desenvolve atividades que despertam a consciência crítica da sociedade brasileira a respeito das práticas de consumo de produtos e serviços por crianças e adolescentes. Debater e apontar meios que minimizam os impactos negativos causados pelos investimentos maciços na mercantilização da infância e da juventude faz parte do conjunto de ações pioneiras do Projeto que busca, como uma de suas metas, a proibição legal e expressa de toda e qualquer comunicação mercadológica dirigida à criança no Brasil. Mais informações no site: www.criancaeconsumo.org.br.
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25/05/2010 | Instituto Alana participa da "Cúpula Mundial sobre Mídia" e do "Consumo, Criança e Adolescente 2010"
Entre 14 e 18 de junho, acontece em Karlstad, na Suécia, a sexta edição do World Summit on Media for Children and Youth 2010 (Cúpula Mundial sobre Mídia para Crianças e Jovens). A Cúpula terá a participação de 1.500 delegados de 80 países e discutirá diversos temas, como o problema da erotização precoce de crianças e adolescentes e o processo de crescimento na era das mídias interativas.
O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, acompanhará o evento com a preocupação de trazer para o Brasil experiências de produção de mídia de qualidade e de educação para a mídia. A Cúpula é realizada a cada três anos desde 1995, já passou por cidades como Melbourne, Londres e Rio de Janeiro.
Já de 21 a 23 de junho será realizada a quarta edição do evento Child and Teen Consumption 2010 (Consumo, Criança e Adolescente 2010), na cidade de Norrköping. A conferência pretende perpetuar um diálogo entre especialistas de diversas disciplinas acadêmicas para discutir o fenômeno de crianças e jovens como consumidores. O Projeto Criança e Consumo apresentará o trabalho "O cenário brasileiro e a ilegalidade da publicidade dirigida a crianças" que defende a tese, a partir da interpretação da Constituição Federal, o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto da Criança e do Adolescente, de que a publicidade dirigida ao público infantil no Brasil já pode ser considerada abusiva e, conseqüentemente, ilegal. O trabalho será apresentado pelas coordenadoras Projeto.
Realizado a cada dois anos, o evento está em sua quarta edição. Entre os temas que serão apresentados pelos palestrantes estão a regulamentação e a autorregulamentação do mercado de publicidade e o consumo midiático.
Veja a programação dos eventos:
Child and Teen Consumption 2010
http://www.tema.liu.se/tema-b/ctc2010?l=en
World Summit on Media for Children and Youth 2010
http://www.wskarlstad2010.se/
Sugestão de fonte: Instituto Alana – Isabella Henriques e Lais Fontenelle, respectivamente coordenadora geral do Projeto Criança e Consumo e coordenadora de Educação.
Sobre o Projeto Criança e Consumo
O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, desenvolve atividades que despertam a consciência crítica da sociedade brasileira a respeito das práticas de consumo de produtos e serviços por crianças e adolescentes. Debater e apontar meios que minimizam os impactos negativos causados pelos investimentos maciços na mercantilização da infância e da juventude faz parte do conjunto de ações pioneiras do Projeto que busca, como uma de suas metas, a proibição legal e expressa de toda e qualquer comunicação mercadológica dirigida à criança no Brasil. Mais informações no site: www.criancaeconsumo.org.br.
Assessoria de imprensa
Projeto Criança e Consumo:
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26/04/2010 | Regulamentação de publicidade dirigida a crianças é discutida em audiência pública
A Comissão de Seguridade Social e Família realizará audiência pública na Câmara Federal para discutir os danos causados pela publicidade destinada ao público infanto-juvenil. A sessão será realizada nesta terça-feira, dia 27 de abril, a pedido da deputada Aline Correa (PP/SP), relatora de três projetos de lei que abordam a questão.
O PL de autoria do deputado Paulo Rocha (PT/PA) estabelece que durante os horários de transmissão de programação infanto-juvenil em rádio e televisão, a emissora não pode veicular mensagens classificadas como impróprias às crianças. Já o texto de autoria do deputado Vinícius Carvalho (PT do B/RJ) aumenta a pena prevista no Código de Defesa do Consumidor em caso de divulgação de publicidade enganosa ou abusiva. O PL de autoria de Celso Russomano (PP/SP) estabelece como abusiva a publicidade que possa induzir a criança a desrespeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família.
Violência, obesidade, alcoolismo e materialismo são apontados por especialistas como alguns dos principais malefícios decorrentes da comunicação mercadológica destinada ao público infantil. Uma pesquisa inglesa aponta que cerca de 70% das crianças com 3 anos de idade reconhecem o símbolo de redes de fast food como McDonal’ds, mas não sabem seu próprio sobrenome. Além disso, 40% delas tornam-se rebeldes quando os pais não compram os produtos que aparecem nos comerciais.
No Brasil, pesquisa do Projeto Criança e Consumo (Instituto Alana) feita pelo Datafolha revelou que 73% dos pais entrevistados concordam com algum tipo de restrição à publicidade dirigida ao público de até 12 anos de idade.
Sugestão de fonte: Instituto Alana – Isabella Henriques, advogada e coordenadora geral do Projeto Criança e Consumo.
Informações para imprensa
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22/03/2010 | Pesquisa revela que 73% dos pais paulistanos concordam que deveria haver algum tipo de restrição à publicidade infantil
O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, encomendou uma pesquisa para o Datafolha para medir a percepção dos pais com filhos entre 3 e 11 anos completos sobre alguns aspectos das propagandas direcionadas às crianças.
O levantamento foi realizado na cidade de São Paulo entre 22 e 23 de janeiro de 2010. Foram ouvidos 411 pais e mães de todas as classes econômicas, com destaque para a classe C, que correspondeu a 52% dos entrevistados. A margem de erro é de 5 pontos percentuais.
Veja algumas das conclusões da pesquisa.
Pedido dos filhos:
• Sete em cada dez pais entrevistados afirmaram serem influenciados pelos filhos na hora da compra > Maior incidência entre os homens.
• Para os pais, o maior influenciador dos pedidos dos filhos, entre sete itens estimulados, são as propagandas (38%). Em seguida estão os personagens ou filmes e programas de TV (18% e 16%, respectivamente).
Restrições ao marketing e à publicidade:
• 73% dos pais concordam que deveria haver restrição ao marketing e propaganda voltada às crianças.
• O consumismo infantil, a disponibilidade de dinheiro, as questões relativas a alimentação, sexo e violência são os principais argumentos dos entrevistados que disseram que deveria haver restrição às propagandas.
Alimentação:
• Preocupação dos pais: Existem algumas preocupações dos pais em relação a seus filhos. Ao estimular algumas delas, evitar a exposição à violência (80%) e ter uma alimentação saudável (75%), foram apontadas como as principais.
• Pedidos dos filhos: Os pais apontaram, espontaneamente, alguns pedidos que os filhos costumam fazer – as guloseimas foram as mais mencionadas: chocolate/bala/chiclete/doce/bolacha – 43%; bolacha salgada/salgadinho – 34%; sorvete – 32%. (tabela abaixo)

• Os pedidos mais frequentes são observados nas duas faixas etárias estudadas (de 3 a 7 e de 8 a 11 anos completos), mas os percentuais são mais altos entre os mais novos.
• Frequência de consumo: bolachas (82%), refrigerantes (70%) e salgadinhos (64%) são alimentos consumidos algumas vezes por semana, pelas crianças de 3 a 11 anos.
• Influência de estratégias de marketing: Estimulados a responder se concordavam ou não com a frase “A oferta de prêmios e brindes influenciam a escolha do produto/ alimento pelo(s) meu(s) filho(s)”, 75% dos pais concordaram.
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08/03/2010 | Anvisa retira de resolução questões relacionadas à publicidade infantil
Para o Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, decisão da Agência é um retrocesso. Segundo pesquisa realizada pelo Datafolha a pedido do Alana, guloseimas são os itens mais pedidos pelas crianças para os pais
Na última semana, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sinalizou que publicará nova regra sobre publicidade de alimentos e de bebidas não saudáveis sem contemplar proteção especial ao público infantil. A medida foi anunciada na última semana em reuniões privadas que a Agência promoveu de 2 a 4 de março, em Brasília, com entidades e organizações que vinham acompanhando a elaboração da regra desde 2006.
A coordenadora geral Projeto Criança e Consumo (Instituto Alana), Isabella Henriques, alerta para as sérias consequências do novo texto, que excluiu todos os artigos relacionados à proteção da infância, como, por exemplo, o veto ao uso de desenhos em publicidades, à promoção de alimentos e bebidas não saudáveis em escolas e à promoção de ofertas com brindes.
“Se a Anvisa publicar a resolução sem contemplar essas questões, será um retrocesso. A população brasileira será mais uma vez negligenciada em favor de interesses privados”, diz Isabella. Ela explica que a Anvisa tratou as crianças como consumidores comuns, enquanto deveriam ter um tratamento diferenciado por se tratar de um público consumidor hipervulnerável. “Esse conceito da hipervulnerabilidade da criança frente às relações de consumo foi simplesmente desconsiderado pela nova proposta. Isso foi uma surpresa, pois outros órgãos do governo federal, como o Ministério da Justiça, e a própria Anvisa já se manifestaram sobre a necessidade de uma proteção diferenciada ao público infantil”, conclui.
A coordenadora refere-se a uma força-tarefa criada em 2009 pelo Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) com a missão de proteger os consumidores hipervulneráveis. Essa força-tarefa tem a participação do Projeto Criança e Consumo, de um grupo de comunicação social do Ministério Público Federal, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
Segundo a Anvisa, a decisão foi pautada por um acordo de autorregulamentação firmado em 2009 por 25 empresas do setor alimentício. “É dever do Estado regular essas questões e determinar as regras para todo o setor, ao invés de se pautar em um acordo sem valor legal de apenas 25 empresas”, conclui Isabella.
Pesquisa Datafolha – “Consumismo infantil”
O Instituto Alana encomendou pesquisa inédita para o Datafolha, que teve como um dos objetivos medir a percepção de pais de crianças entre 3 e 11 anos completos sobre a relação entre as propagandas direcionadas ao público infantil e as mudanças alimentares das crianças.
O levantamento foi realizado de 22 a 23 de janeiro de 2010, na cidade de São Paulo. Foram ouvidos 411 pais e mães, de todas as classes sociais, com destaque para a classe C, que correspondeu a 52% dos entrevistados. A margem de erro é de 5 pontos percentuais.
A pesquisa revelou que as principais preocupações dos pais são a exposição à violência e cuidados com a alimentação dos filhos.
Com relação aos pedidos mais freqüentes, as guloseimas foram as mais mencionadas, bem à frente de brinquedos e videogames, como pode ser conferido na tabela abaixo:

Obs: indicação espontânea e os pais podiam apontar mais de um item.
Os pedidos mais “corriqueiros” foram observados nas duas faixas etárias estudadas (de 3 a 7 e de 8 a 11 anos completos), mas com percentuais mais altos nos mais novos.
Outro dado alarmante: os pais revelaram que os filhos consomem bolachas (82%), refrigerantes (70%) e salgadinhos (64%) algumas vezes por semana. Nesse sentido, estimulados a responder se concordavam ou não com a frase “A oferta de prêmios e brindes influenciam a escolha do produto/ alimento pelo(s) meu(s) filho(s)”, 75% dos pais concordaram.
Informações para a imprensa:
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19/02/2010 | Instituto Alana antecipa debate de seu 3º Fórum Internacional
Jornalistas poderão participar de um encontro com os dois convidados internacionais do evento, que será realizado em março pelo Projeto Criança e Consumo
O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, convida para brunch e workshop fechado para a imprensa a ser realizado em 16 de março, às 12h30, no Itaú Cultural, em São Paulo. O evento já tem a participação confirmada do cientista político Benjamin Barber (DEMOS - EUA), da psicóloga Susan Linn (Harvard – EUA) e do ambientalista Hélio Mattar (Instituto Akatu). O objetivo é antecipar os temas que serão abordados nas mesas de debate do 3º Fórum Internacional Criança e Consumo – Honrar a Infância, Refletir o Consumo e Brincar.
O credenciamento de imprensa deve ser feito com a 2PRÓ Comunicação, pelos emails julia.magalhaes@2pro.com.br e marcela.lage@2pro.com.br.
Perfis:
Benjamin Barber é professor emérito da Universidade de Rutgers e autor de “Consumido - Como o Mercado Corrompe Crianças, Infantiliza Adultos e Engole Cidadãos" (Record). Também é autor do best seller “Jihad vs. McWorld" e membro da organização não-governamental DEMOS, que desenvolve pesquisas e ações de advocacy pela inclusão social e por uma economia mais igualitária nos EUA. www.benjaminbarber.com.
Susan Linn, que esteve presente nas duas edições anteriores do Fórum, é psicóloga e diretora associada do Judge Baker Children's Center, da Harvard Medical School. É autora de “Crianças do Consumo – A Infância Roubada” (Instituto Alana) e de “The Case For Make Believe: Saving Play in a Commercialized World”, ainda não traduzido para o português. www.commercialfreechildhood.org
Helio Mattar é diretor presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, do qual foi idealizador e um dos fundadores. Obteve os títulos de Mestre e Ph.D. em Engenharia Industrial pela Universidade de Stanford e trabalhou como executivo durante 22 anos em empresas nacionais e multinacionais. Foi Secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e um dos fundadores do Pensamento Nacional das Bases Empresariais (PNBE) e do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, do qual é membro do Conselho. www.akatu.org.br
Serviço:
Encontro com jornalistas
16 de março, terça-feira
No Itaú Cultural - Av. Paulista, 149 – São Paulo
Brunch – a partir das 12h30
Workshop – às 13h20
Credenciamento de imprensa:
2PRÓ Comunicação
Júlia Magalhães – julia.magalhaes@2pro.com.br
Marcela Lage – marcela.lage@2pro.com.br
(11) 3030.9460 ou 9437
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19/02/2010 | McDonalds's e Habib's são notificadas pelo Projeto Criança e Consumo
Em janeiro, o Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, encaminhou notificação para as redes de fast food McDonald’s e Habib’s, que, ao longo de 2009, divulgaram promoções com foco no público infantil dos combos McLanche Feliz e Kit Habib’s. Ambos oferecem brindes colecionáveis.
Grande parte das publicidades mostra as opções de combos compostos por produtos considerados mais saudáveis. No entanto, para o Criança e Consumo, não se trata apenas de restringir a publicidade de alimentos com alto teor de gordura, açúcar e sal. É preciso que as empresas adotem uma política mais responsável na proteção integral dos direitos da criança no que diz respeito às relações de consumo. O Projeto defende que nenhum tipo de comunicação mercadológica seja dirigida ao público menor de 12 anos de idade.
No ano passado, 25 empresas da indústria brasileira de alimentos assumiram um compromisso público para restringir as estratégias de marketing infantil. O Habib’s não é signatário desse documento. Já o McDonald’s está entre os signatários, além de ter divulgado mundialmente um código de ética com relação à publicidade em 2007.
Acompanhe o caso no site do Projeto Criança e Consumo
http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/AcaoJuridica.aspx?v=1&id=149
Sugestão de fonte: Isabella Henriques, coordenadora geral, e Tamara Gonçalves, advogada do Projeto Criança e Consumo.
Sobre o Projeto Criança e Consumo
O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, desenvolve atividades que despertam a consciência crítica da sociedade brasileira a respeito das práticas de consumo de produtos e serviços por crianças e adolescentes. Debater e apontar meios que minimizam os impactos negativos causados pelos investimentos maciços na mercantilização da infância e da juventude faz parte do conjunto de ações pioneiras do Projeto que busca, como uma de suas metas, a proibição legal e expressa de toda e qualquer comunicação mercadológica dirigida à criança no Brasil. Mais informações no site: www.criancaeconsumo.org.br.
Atendimento à imprensa:
2PRÓ Comunicação
Myrian Vallone – myrian.vallone@2pro.com.br
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03/02/2010 | Inscrições para o 3º Fórum Internacional Criança e Consumo
Convidados internacionais, como Benjamin Barber, estão confirmados para o evento, que vai debater consumismo e sustentabilidade
A partir de hoje, 3 de fevereiro, o Instituto Alana inicia as inscrições para o 3º Fórum Internacional Criança e Consumo pelo site www.forumcec.org.br. Com vagas limitadas, o evento é gratuito e será realizado de 16 a 18 de março, no Itaú Cultural, em São Paulo.
O 3º Fórum vai além da discussão do consumismo na infância para debater a sustentabilidade das relações econômicas, sociais e ambientais. O evento será divido em três mesas de debate – Honrar a infância, Refletir o Consumo e Brincar – e já tem a presença confirmada dos convidados internacionais Benjamin Barber, autor de “Consumido - Como o Mercado Corrompe Crianças, Infantiliza Adultos e Engole Cidadãos" (Record), e Susan Linn, autora do livro "Crianças do consumo, a infância roubada" (Instituto Alana).
Os palestrantes nacionais também estão confirmados. No primeiro dia, falam a historiadora Mary Del Priore e Guilherme Canela, coordenador de Comunicação e Informação da Representação da Unesco no Brasil. No segundo dia, a professora da FGV e autora do livro “O Nome da Marca” Isleide Fontenelle media a mesa do cientista político Benjamin Barber com o escritor Frei Betto e o diretor executivo do Greenpeace Brasil, Marcelo Furtado. No último dia, compõem a mesa a educadora Maria Amélia Pereira e Maria de Salete Silva, oficial de Projetos de Educação da Unicef, ao lado de Susan Linn com a mediação de Wellington Nogueira, fundador do Doutores da Alegria.,
As inscrições podem ser feitas para cada dia do encontro ou para o evento completo através do site
www.forumcec.org.br
Serviço:
3º Fórum Internacional Criança e Consumo
De 16 a 18 de março
às 18h
No Itaú Cultural - Av. Paulista, 149 – São Paulo
Assessoria de imprensa:
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